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Governo do Estado prevê arrecadação de R$ 12,3 bilhões para 2015
A despesa está fixada no mesmo valor da receita. O Governo estima um crescimento do PIB em 3%, com a meta de inflação de 5% para o próximo ano Por Virgínia França O Governo do Estado prevê que, em 2015, a receita total do Rio Grande do Norte será de R$ 12,3 bilhões. A estimativa foi divulgada durante a leitura da mensagem governamental lida na sessão plenária na Assembleia Legislativa. O documento, que prevê a receita e fixa a despesa do Estado para o exercício financeiro de 2015, passará pelas comissões temáticas da Casa. No projeto do governo, a receita deverá ser distribuída da seguinte forma, R$ 10,67 bilhões do orçamento fiscal, R$ 1,5 bilhão do orçamento da seguridade social e R$ 672 milhões da receita total, definida como receita intraorçamentária por se tratar de operações entre os órgãos. A despesa está fixada no mesmo valor da receita, R$ 12,3 bilhões dos quais R$ 8,7 bilhões são orçamento fiscal e R$ 3,6 bilhões da seguridade social. Com relação às fontes de financiamento oriundas das empresas públicas e das sociedades de economia mista, o projeto prevê a arrecadação de R$ 551 milhões. Pelo projeto o governo propõe que o remanejamento de verbas será de 15% do total das despesas fixadas e estima um crescimento do PIB em 3%, com a meta de inflação de 5%. A estimativa da receita proveniente do ICMS é de R$ 4,7 bilhões, o que representa 38,19% da receita total. Entre as despesas correntes elencadas pelo governo, destaca-se a despesa com pessoal e encargos sociais, no montante de R$ 6,6 bilhões, que serão financiados com recursos do tesouro e complementados com recursos de outras fontes. * Com informações da Assembleia Legislativa/Portal Noar
NOSSA TORCIDA É PELO POVO BRASILEIRO!
Junho chega com o clima da Copa contagiando os corações, não só no Brasil mas em todo canto do mundo onde o futebol é adorado. E a Asfarn entrou em campo partindo para o ataque com força total, vestiu sua equipe com a camiseta beneficente em prol do Hospital Infantil Varela Santiago, e fez um gol com o slogan que será usado durante todo o período do campeonato: Nossa torcida é pelo povo brasileiro! A gente sabe que a festa é bonita e válida, afinal quem não gosta de ver o seu time em campo? Mas a gente não tem como esquecer também a nossa situação econômica e social, que mantém ainda muita gente a margem, principalmente, da saúde, educação e da segurança. Base para qualquer sociedade justa e digna. Queremos ser campeões dentro, mas prioritariamente fora dos campos, para equilibrar tantas desigualdades. Queremos ser campeões em justiça, em bom desempenho escolar, em saúde básica e com dignidade para todos, em ética e comprometimento na política. Queremos ter orgulho em ser brasileiros, ganhando ou perdendo, mas sabendo que estamos todos lutando por um único objetivo: tornar a vida de cada cidadão cada vez com mais e melhor qualidade de vida. E para isso o Fisco RN se dedica tanto. Trabalhando firme para que os impostos sejam cobrados e cheguem ao Governo para que desta forma o Estado tenha condições de gerir as políticas públicas necessárias. Somos verde e amarelo, e a “nossa torcida é pelo povo brasileiro!”.
EM CAMPO COM SOLIDARIEDADE
A equipe da Asfarn já entra em campo campeã, com uma escalação de primeira. E a partir de hoje, vamos apresentar para você cada craque e suas principais habilidades, dentro e fora de campo. Essa é a Denise, aqui na Asfarn ela é a responsável pelo setor que administra um dos principais benefícios da Associação, o plano de saúde. A Asfarn tem convênio com a Unimed e com a Amil, e atende centenas de associados e seus dependentes. E para receber bem cada usuário a Denise se dedica diariamente, ficando atenda para todos os detalhes. Ela também cuida do setor de reservas dos chalés da sede campestre de macaíba e da sede praiana em Tibau. Ela também é apaixonada pelos filhos e pela família, uma dedicação ímpar. É vaidosa, adora se cuidar e pratica pilates e hidroginástica para manter a linha. Por isso está sempre assim com esse sorriso lindo estampado no rosto para receber nossos associados. E agora, ainda mais alegre já vestida para a Copa com a camiseta oferecida pela Asfarn em prol do Hospital Infantil Varela Santiago. Foi dela a ideia para que a Asfarn investisse na compra das camisas beneficentes para toda a equipe, contribuindo de forma solidária para o melhor atendimento das crianças com câncer de nossa cidade; e de quebra, todo mundo já pôde ficar pronto pra torcer pelo Brasil. Valeu Denise pela ideia incrível, atitudes como a sua fazem toda a diferença. #NossaTorcidaÉpeloPovoBrasileiro
CRAQUE DENTRO E FORA DE CAMPO
Olha aí a Simone feliz da vida com a camisa alusiva a Copa do Mundo oferecida pela Asfarn, e que tem venda revertida ao Hospital Infantil Varela Santiago. A Simone é do tipo reservada, perfeita para a responsabilidade que exerce aqui na Asfarn, ela é a pessoa que cuida do setor financeiro, no popular: "é a mulher do dinheiro", que paga tudo em dia e recebe também nossos associados quando eles precisam fazer pagamentos do plano de saúde. Fora de campo, ela também não para, estuda firme nas aulas de inglês e adora sair com os amigos, tá sempre pronta para a próxima balada. Ganhou uma sobrinha linda há pouco tempo e virou uma titia babona. Valeu Simone por toda sua dedicação! #NossaTorcidaÉpeloPovoBrasileiro
ESSE É CRAQUE! JOGA EM TODAS AS POSIÇÕES
Sabe aquela pessoa que "é pau pra toda obra"? O seu Laércio é assim. Está sempre pronto para agilizar de um lado para o outro as necessidades da Asfarn, no leva e traz de documentos, nas demandas das sedes, nos afazeres da diretoria. É um motorista de mão cheia, mas com tanta alegria dentro dele poderia facilmente ser um animador de torcida ou um Show Man no mundo do entretenimento. Ficou todo animado para vestir a camisa alusiva à Copa do Mundo do Hospital Infantil Varela Santiago, fazer o bem é com ele mesmo! #NossaTorcidaÉpeloPovoBrasileiro
ATENDIMENTO CAMPEÃO
"Asfarn, Rosangela, bom dia!". Essa é a frase que quem liga pra Asfarn escuta. E a voz no outro lado da linha é da recepcionista mais romântica do mundo. Atende todo mundo com carinho e atenção, seja por telefone ou pessoalmente. No seu mundo encantado, adora ler livros e assistir filmes de amor. Gosta também de viajar, não pode ver uma oportunidade de feriado que lá está ela com a malinha pronta. Valeu Rô, por fazer parte do nosso time campeão com tanta dedicação! #NossaTorcidaÉpeloPovoBrasileiro
MIL E UMA UTILIDADES!
Não tem aquela pessoa que entende de tudo um pouco (e as vezes até "um muito"!!), pois a Mônica é desse jeito. Se alguém está com alguma dificuldade pode chamar por ela que alguma saída ela há de encontrar. Aqui na Asfarn é ela quem organiza e administra o setor de emissão de boleto e cobrança. Trabalho não falta, mas ela nem liga, pega firme e dá conta do recado. Agora, fora da partida, como ninguém é de ferro, ela adora aproveitar o tempo livre com os amigos, viajar, se divertir... E ainda arruma tempo pra fazer projetos de arquitetura nas horas vagas... É, ela também entende desse assunto!! E o melhor é que mesmo com a agenda cheia não faltou disposição pra entrar em campo com a camisa em prol do Hospital Infantil Varela Santiago. É isso aí "Monicat", arrasou na competência profissional e solidária! #NossaTorcidaÉpeloPovoBrasileiro
Brasileiro é o que menos poupa
São Paulo (AE) - Os pais brasileiros são os que menos poupam para a educação dos filhos. Um levantamento global do banco HSBC realizado em 15 países apontou que apenas 42% dos entrevistados do Brasil economizam dinheiro para os estudos dos filhos. O resultado brasileiro ficou bem abaixo da média global, que é de 64%. Em países asiáticos, onde a cultura da poupança é maior, a economia para a educação dos filhos chega a 85% na Malásia, 81% na China, 81% em Hong Kong e 80% em Cingapura. O grande fator que explica a baixa poupança dos brasileiros para a educação é a falta da cultura do planejamento de investimentos para o longo prazo. Por muito tempo, a economia brasileira viveu a cultura do juro real (descontado a inflação) elevado, o que mantinha o investidor na zona de conforto e não estimulava a diversificação nos investimentos. A taxa de juros brasileira ainda é alta comparada ao resto do mundo, mas está num patamar mais baixo para o histórico da economia brasileira. “O custo de oportunidade (com a alta de taxa de juros) atrapalhava a diversificação”, afirma Augusto Miranda, diretor de Gestão de Patrimônio do HSBC. “Um segundo ponto que também pesava era a falta de conhecimento dos produtos. Existiam alguns mitos no cenário de investimento brasileiro. Um dos exemplos é que não se deve aplicar em produtos sem liquidez. A gente ainda tem essa ideia no País, mas cada vez menos”, afirma Miranda. Sem uma poupança expressiva, a maioria dos pais (71%) afirma ter a renda como principal fonte para pagar os estudos. O fato de o brasileiro poupar pouco para a educação dos filhos não significa que ele não dê importância ao ensino. No Brasil, de acordo com o levantamento do HSBC, 83% acreditam no investimento para todas as áreas da educação (fundamental, médio e graduação/pós-graduação). O País só ficou atrás da Índia (90%), Estados Unidos (89%), China (87%) e Indonésia (86%). Como consequência da baixa poupança, os pais brasileiros são os que mais lamentam não terem guardado dinheiro para a educação dos filhos. Pelo levantamento, 39% dos entrevistados no País lamentam não terem guardado recursos suficientes. Na sequência, apareceram a Índia (34%) e a China (30%). A média global para esse indicador foi de 22%. “Muitas vezes no dia a dia as pessoas vão pagando com a renda. Esperam receber o salário e aí fazem o pagamento, e todo mundo fica com o sentimento de que gostaria de ter planejado melhor”, diz Miranda. A pesquisa apurou que apenas 7% dos brasileiros acreditam que os filhos podem ajudar a custear os estudos. O resultado brasileiro ficou abaixo da média global (8%) e foi muito inferior ao apurado em outros países, como Taiwan (28%), Estados Unidos (25%) e Reino Unido (19%).
Brasileiro é o que menos poupa
São Paulo (AE) - Os pais brasileiros são os que menos poupam para a educação dos filhos. Um levantamento global do banco HSBC realizado em 15 países apontou que apenas 42% dos entrevistados do Brasil economizam dinheiro para os estudos dos filhos. O resultado brasileiro ficou bem abaixo da média global, que é de 64%. Em países asiáticos, onde a cultura da poupança é maior, a economia para a educação dos filhos chega a 85% na Malásia, 81% na China, 81% em Hong Kong e 80% em Cingapura. O grande fator que explica a baixa poupança dos brasileiros para a educação é a falta da cultura do planejamento de investimentos para o longo prazo. Por muito tempo, a economia brasileira viveu a cultura do juro real (descontado a inflação) elevado, o que mantinha o investidor na zona de conforto e não estimulava a diversificação nos investimentos. A taxa de juros brasileira ainda é alta comparada ao resto do mundo, mas está num patamar mais baixo para o histórico da economia brasileira. “O custo de oportunidade (com a alta de taxa de juros) atrapalhava a diversificação”, afirma Augusto Miranda, diretor de Gestão de Patrimônio do HSBC. “Um segundo ponto que também pesava era a falta de conhecimento dos produtos. Existiam alguns mitos no cenário de investimento brasileiro. Um dos exemplos é que não se deve aplicar em produtos sem liquidez. A gente ainda tem essa ideia no País, mas cada vez menos”, afirma Miranda. Sem uma poupança expressiva, a maioria dos pais (71%) afirma ter a renda como principal fonte para pagar os estudos. O fato de o brasileiro poupar pouco para a educação dos filhos não significa que ele não dê importância ao ensino. No Brasil, de acordo com o levantamento do HSBC, 83% acreditam no investimento para todas as áreas da educação (fundamental, médio e graduação/pós-graduação). O País só ficou atrás da Índia (90%), Estados Unidos (89%), China (87%) e Indonésia (86%). Como consequência da baixa poupança, os pais brasileiros são os que mais lamentam não terem guardado dinheiro para a educação dos filhos. Pelo levantamento, 39% dos entrevistados no País lamentam não terem guardado recursos suficientes. Na sequência, apareceram a Índia (34%) e a China (30%). A média global para esse indicador foi de 22%. “Muitas vezes no dia a dia as pessoas vão pagando com a renda. Esperam receber o salário e aí fazem o pagamento, e todo mundo fica com o sentimento de que gostaria de ter planejado melhor”, diz Miranda. A pesquisa apurou que apenas 7% dos brasileiros acreditam que os filhos podem ajudar a custear os estudos. O resultado brasileiro ficou abaixo da média global (8%) e foi muito inferior ao apurado em outros países, como Taiwan (28%), Estados Unidos (25%) e Reino Unido (19%).